FAQ
Angus - Batalhas Medievais
R: Certo.
P: Em cada rodada o jogador pode: construir, mover tropas e
batalhar. Pelo que eu entendi das regras, o jogo procede na seguinte
ordem:
Jogador 1: Constrói, move tropas e batalha. Fim da jogada do
jogador 1,
Jogador 2: Constrói, move tropas e batalha. Fim da jogada do
jogador 2, etc..
R: Correto.
P: A viagem de barco conta como o movimento único permitido
das tropas? Uma tropa que já se moveu pode embarcar?
P: Embora não me pareça estrategicamente interessante, é permitido
atacar um território ocupado pelos vikings?
R: Sim.
P: Há um limite de tropas? Parece improvável que elas
acabem, mas, se isso acontecer, o jogador ainda pode recrutar (usando outra
coisa para marcar)?
R: Não há um limite de tropas. As 30 tropas devem ser suficientes
na grande maioria das partidas. Porém, se faltar tropas, pode-se completar com
tropas de outra cor ou outro marcador qualquer. No entanto, se isso incomodar
esteticamente aos jogadores, estipulem que o limite é mesmo 30 tropas, não podendo
ser ultrapassado.
a. vence aquele entre os empatados que marcou mais pontos na última rodada.
Será possivelmente o jogador cujo povo terminou em melhor situação;
b. vence aquele entre os empatados
P: No jogo para dois, os dois povos do mesmo jogador
podem entrar nos territórios um do outro? Fazendo isso, há combate?
R: Não me ocorreu isso. Em princípio eu diria que não é permitido
dois povos num território sem combate. Seria assim se seguirmos as regras ao
pé da letra. Mas faz sentido pensar que como você controla os dois povos, eles
são aliados naturais e um poderia facilitar as coisas para o outro. Se no seu
grupo acharem que isso faz mais sentido, me parece bem aceitável. Acho que as
duas versões são aceitáveis, desde que todos os jogadores estejam de acordo.
P: Se o rei for deixado sozinho num território, esse
território conta pontos e riqueza normalmente e pode-se construir nele?
R: Não. O rei não é uma tropa, é só a pessoa do rei. Portanto
não assegura a posse de um território.
P: Ainda a regra diz que mesmo com menos riqueza, se pode fazer
no mínimo 3 “coisas", isso vale para cartas também, posso comprar
6 cartas se tiver riqueza inferior a seis?
R: Sim. Duas cartas contam como uma coisa.
P: Se
o adversário não tiver cartas (isto é, se tiver só a carta
zero) o outro pode usar a carta em combate?
R: Sim.
Pior para quem ficou sem cartas. E se quem está sem cartas consegue disfarçar
esse fato, às vezes faz o outro gastar umas cartas à toa.
P: Para que servem as cartas blefes, já que se adicionadas em uma batalha, nada acrescentam?
R: Servem para fazer o adversário gastar uma carta à toa ou gastar uma carta maior do que a que gastaria, se soubesse que você não vai usar carta nenhuma.
P: Em batalhas em que
o rei está envolvido, a regra diz que apenas um dado é jogado, pois o
outro dado assume automaticamente o valor 5. E o atacante joga o dado antes
do defensor. O que ocorreu é que, em uma situação em que o defensor tinha o
rei, o atacante rolou 6 e 6. De acordo com a regra, nem adiantaria rolar o dado
(os dois estavam sem cartas), pois o máximo que os defensores obteriam seria
11 (6+5). É isso mesmo?
R: É sim. Se estiverem jogando pela regra básica, nem adianta
rolar os dados. Se for a regra avançada, role os dados, pois depois você poderá
acrescentar uma carta.
P: O jogador,
após iniciar um ataque pode pará-lo quando quiser?
Se o atacante estiver perdendo muitas unidades pode
desistir do combate.
R: Isso não é possível. Lembre-se que primeiro há a movimentação e depois as batalhas. Então você só luta quando suas tropas estão no mesmo território que as tropas do adversário. Não é como no War que você ataca a partir de um território vizinho. No Angus você luta até que todos os conflitos se resolvam, ou seja, até que volte a ter só tropas de uma cor em cada território.
R: A situação não se coloca (ver resposta anterior).
P: Pode-se continuar um ataque após ganhar um território?
R: Não é possível. O mecanismo de movimento e combate é diferente
no Angus do que no War. Leia as duas respostas anteriores.
R: Ignore a frase. Ela não faz sentido. É um erro na regra.
Veja o Quadro
de Avisos
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